Banda Dall lança seu primeiro EP

Banda Dall lança seu primeiro EP

Enérgico e totalmente good vibes é o EP Dall, o EP de estreia da banda Dall. Composto por cinco músicas, o trabalho apresenta as duas primeiras músicas de trabalho da banda (que já postei sobre aqui e aqui) e nos presenteia com mais três canções carregadas de versatilidade musical e explorando todo o potencial da banda.

O EP Dall abre com as faixas já conhecidas de quem já ouviu o som da banda Dall,  “Despertar”, que chega elegantemente carregada de energia e vigor, e “À Convivência”, que é igualmente enérgica e tem aquela pegada gostosa que mistura rock e reggae de maneira despretensiosa e que agrada aos ouvidos. A terceira faixa, “Despertar II”, é de fato um novo acordar, com batida forte e cheia de suingue e guitarras viscerais que te deixam realmente desperto.  A faixa que segue começa mansa mas chega pegada na rima e tornou-se minha favorita do EP e chama-se “A tua Sentença é o teu passado Pedindo pra Acabar”. É a balada do trabalho mas muda de clima rapidamente, aliás isso é um dos pontos mais fortes de todas as músicas da banda Dall, suas músicas são dotadas de uma versatilidade musical e trocam de ritmo de forma muito natural, sem ferir o ouvido e tornando isso uma marca registrada da banda. Para encerrar a quinta faixa “Sol de Farol” começa com um som dançante oitentista e ainda ganha a força e suingue e segue nessa vibe let’s dance (impossível ficar paradinho) e encerra o EP com um clima de festa. Não posso terminar o post sem falar das letras positivas da Dall, que sempre tem uma mensagem boa e motivadora e são exatamente o que precisamos nesse momento em que o mundo anda tão caótico: good vibes.

É importante destacar que o EP DALL foi produzido por Marco Bueno (Terra Estúdios), Francisco Maffei e Luan Rosa (Trinca Records), com participações dos músicos Vinicius Paiva no saxofone, Brendon Marques no trombone e Ricardo Guedes no trompete, bem como os vocais de Pedro Costi, idealizador do projeto Sea Token, na faixa “A tua Sentença é o teu Passado Pedindo pra Acabar”. A capa do EP foi produzida por Luana Pellenz, artista plástica ganhadora do concurso “Escolha a arte para o EP DALL!”, em que vários artistas participaram com diferentes artes para a capa, inspirados nas ideias que o EP representa.

Enfim, o EP de estreia da banda Dall é altamente viciante, enérgico, visceral e cheio de boas energias. Sabe aquele tipo de som que deixa teu dia bom? Então… #FicaDica que já pode ser conferida dando play abaixo.


Para acompanhar a banda Dall:
facebook.com/DallOficial/
instagram.com/dall_oficial/
youtube.com/

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Você é o que você posta?

Você é o que você posta?

No futuro todos terão seus 15 minutos de fama disse o mito revolucionário Andy Warhol. De fato atualmente todos temos, alguns instantes pois a vida passou a ser um reality show constante após a popularização de redes sociais como facebook e aplicativos como snapchat e instagram. Mas com todo esse mar de posts o que não falta é superficialidade e gente querendo se promover a todo custo, vivendo uma vida de aparência, a famosa “fake life”. A pergunta que fica é: você é o que você posta?

Pensando nisso e voltando-me para a hashtag que levantei aqui no blog #ApoieACenaLocal selecionei aqui três influenciadores digitais que movimentam a cena local e são exatamente o que postam, ou seja, nada do que vai pra web é fake.

Ladies first, então a primeira é Annie Talasca @annie_talasca que é super conhecida há anos como blogueira de moda (no The Fashion Blog) e encanta a todos seus seguidores do Instagram com postagens sempre muito elegantes, cheias de estilo, dicas gastronômicas e muita beleza pois a moça é muito gata.

O segundo é o queridíssimo jornalista e consultor de marketing Matheus Rocca Vechio @itbrboy que fez seu nome como It Brazilian Boy em seu blog super conhecido por dicas de moda e, principalmente, tendências de comportamento. Matheus também dá palestras sobre os assuntos citados e sempre informa tudo pelo seu stories do Instagram.

O terceiro, e não menos importante, simplesmente uma das pessoas mais incleeeeeveland (termo muito usado pelo próprio) de se seguir nas redes sociais por toda sua energia e irreverência, Miltinho Talaveira @miltinhotalaveira. O publicitário multifacetado mostra em seu Instagram toda sua habilidade de comunicador, falando sobre moda, comportamento e apontando onde rolam as melhores festas e eventos locais. Miltinho é, como o próprio gosta de afirmar, um homem a mil e recentemente tornou-se youtuber lançando o “coisa de homem por miltinho”.

#QuaseCrônica Precisamos conversar mais

#QuaseCrônica Precisamos conversar mais

Definitivamente, nós precisamos conversar. Não apenas sobre um assunto específico, mas precisamos nos expressar mais e encorajar mais o diálogo sobre qualquer assunto que seja. A correria nos deixou sem diálogo e sem interesse na vida das pessoas com quem convivemos e, consequentemente, nos tornamos vazios. Com o uso do smartphone então, nos tornamos ainda mais indiferentes a realidade alheia e ainda mais soberanos em nossas ilhas de verdades formadas pelas coisas que curtimos e compartilhamos.

Comecei observando a minha família e o que fez com que nos distanciássemos, foi a falta de um diálogo e a falta de abertura para tê-lo. Quando o fazíamos era sempre de forma vazia e automática, sem interesse real de saber o que estava acontecendo na vida do outro. Infelizmente minha família nunca soube ser família e a raiz disso veio em seus antepassados, na forma como foram criados, também sem a mínima noção de como fazê-lo, não os culpo.

Mas atualmente temos acesso a informação e temos visto o quanto a ignorância tem sido disseminada e o quanto ela pode causar estragos em uma sociedade. Nosso país e seu visível retrocesso, que acompanhamos diariamente sem mesmo precisar abrir a página de um jornal, é o reflexo disso: a falta de diálogo e orientação resultam em muitos problemas. As vezes aquele assunto que a gente deixou de puxar com aquela criança antes de ela ir para a escola foi o que desencadeou um acúmulo de falta de atenção e outras somas de erros irreversíveis que fizeram com que, como consequência dessa soma, a mesma viesse a ser uma pessoa absolutamente intolerante, do tipo que agride ou comete um homicídio por “estar de cabeça quente”.

Não apenas isso, uma boa conversa também pode evitar suicídio. Falo isso com a propriedade de quem já tentou dois, não que me orgulhe mas, como o título e a introdução do texto se propõe, precisamos conversar sobre isso abertamente para encarar isso como um problema de saúde mental e que, infelizmente, acontece com frequência, não podemos tratar como um caso isolado. Até porque, muita gente não sabe mas suicídio de pobre não é noticiado em jornal, o ato só é noticiado quando acontece com gente de renome e passou a ter um pouco mais de atenção da mídia depois da reverberação digital da série “13 Reasons Why” (sucesso da Netflix) e também porque agora que todos têm acesso à redes sociais e quase nada passa despercebido.

Precisamos procurar mais ajuda, os profissionais da psicologia estão aí para isso. É triste saber que em pleno século XXI ainda exista preconceito em relação a isso. Precisamos desconstruir essa ideia tão erroneamente engessada de que terapia é coisa de louco, muito pelo contrário, é para ajudar a não enlouquecer. Mas para que enfim, não seja dentro de um consultório que tenhamos que resolver nossos problemas e para que possamos ao menos tentar ser menos intolerantes, precisamos conversar MAIS.

Patrícia Camburão, muito Patrícia, muito garota, muito fashionista e muito educadora

Patrícia Camburão, muito Patrícia, muito garota, muito fashionista e muito educadora

Ela pode ser a mais nova sensação entre os jovens amantes de história, política, feminismo, direitos humanos e moda, claro. Ao menos entre os meus conhecidos e amigos mais hypes de facebook ela já é celebridade da web do momento. Patrícia Camburão é adorada, por ter personalidade forte, ser engraçada e, consequentemente, educadora, tanto que tem nos ensinado preciosas lições dos assuntos citados em sua página e enche nossos olhos com seus belos looks em fotos ma-ra-vi-lho-sas.

Patrícia lutando contra o golpe em Brasília.

“Cara, a Patrícia simplesmente surgiu, junto com algumas amigas aqui na minha sala de trabalho e eu postei uma foto brincando que tinha achado uma nova ‘estagiária’. Ela fez sucesso na hora. A medida em que eu ia postando mais fotos dela fazendo coisas e falando sobre história, as pessoas começaram a curtir ainda mais e pediram pra eu fazer uma página. A Patrícia também, quando soube da fama, exigiu que eu fizesse a página pra ela. Então eu cedi à aclamação popular. Afinal, Patrícia tem opiniões bem fortes não apenas sobre história, mas sobre política, feminismo e direitos humanos. Achei importante que as pessoas ouvissem o que ela tem a dizer (as vezes ela fala o que eu não posso).” conta o criador, Odir Fontoura (meu amigo dos tempos de orkut), professor de história e história da educação no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRS) na cidade de Caxias do Sul. O professor também é doutorando na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e abriu uma brechinha em sua agenda e na corridíssima agenda de sua estagiária, Paty Camburão (minha quase bff já) para nossa entrevista.

Making of da nossa entrevista na sala de trabalho do professor Odir Fontoura.

Sem mais delongas, vamos à entrevista que fiz com essa Diva.
Quase Hype (Q.H.) – Quando surgiu teu interesse por moda, pois tu és super fashionista?

Patrícia Camburão (P.C.) – Amor, eu sempre gostei muito de me vestir bem. Acho que a roupa diz muito, sabe? Então eu me visto também para me expressar. Uma vez um dos nossos alunos perguntou se estava usando um vestido pra chamar a atenção dos boys. Jura que eu vou me vestir pra boy, né more? (risos). Me visto pra mim mesma, porque é uma forma de expressão.

Q.H. – Quando começou teu estágio com o professor Odir e como é ser estagiária dele?

P.C. – Meu estágio com o professor Odir começou há poucos meses. Ele me convidou (implorou, na verdade) e eu disse que tinha muitas ocupações, muitos trabalhos, como vocês sabem eu viajo muito. Então depois dele muito insistir, muito me ligar, mandar e-mails (tive até que bloqueá-lo no whatsapp um dia) eu acabei aceitando. Eu adoro trabalhar com educação e eu amo história.

Patrícia no campus do IFRS em Caxias do Sul.

Q.H.- Qual tua viagem favorita e o que aprendeste de história nessa trip?

P.C. – Minha viagem favorita foi pra Grécia. Você sabe, né? Um dos berços da civilização ocidental. Um dos lugares que eu mais gostei foi Miconos, uma das ilhas cujo nome foi dado em homenagem a um dos filhos de Apolo, deus das artes, do sol e da beleza. Também gostei de visitar Corinto, fiz algumas pesquisas sobre o antigo teatro de lá. Todo lugar tem sua história, então essa é a primeira coisa que eu vou descobrir de cada lugar que eu vou: o que aquele espaço tem de novo pra me mostrar?

Patrícia no Coliseu, em Roma.
Patrícia em Miconos (Grécia).

Q.H. – O que mudou na tua vida desde que te tornou uma belebridade da web? O professor Odir incomoda por ter mais fama que ele?

P.C. – Com certeza o Odir é muito invejoso pela minha fama. Algumas vezes ele diz que não trabalho, mas os alunos me adoram e as vezes vem desabafar comigo pra dizer que ele é muito exigente. Parece que pelo menos uma prova por trimestre ele dá individual, sem consulta e com questões dissertativas, acredita? Acho um horror. Mas enfim. Minha vida continua maravilhosa e amo o meu trabalho, amo os alunos do IF, até o Odir as vezes quando ele me traz café, e é simplesmente fantástico trabalhar em um lugar que (por enquanto) ainda é gratuito e de qualidade.

Você sabia que o nível de desempenho dos Institutos Federais no Brasil é superior ao das escolas particulares do país? E até mesmo passa de certos países desenvolvidos. Trabalhar aqui é muito legal porque é uma ponta de esperança pra todo mundo: a educação tem salvação, só é preciso boa vontade e investimento dos nossos governantes. Agora cabe a gente defender isso para que não acabe.

Patrícia e asamigas: Tiffany, estagiária do André, Zahara e Kit, estagiário do Vander (ele é trans).
Todas as estagiárias do campus na luta contra o machismo.
Patrícia na balada. “Na balada a gente respeita todo mundo: os mano, as mina e as mona”.

Para acompanhar as postagens dessa estagiária celebridade incrível:
facebook.com/patriciacamburao/

#QuaseCrônica Admirável Crush Novo

#QuaseCrônica Admirável Crush Novo

“Ele é mais inteligente que o ex, com certeza. Curte ler e estuda horrores. Mesmo, não apenas luta por alcançar aquela nota sete sofrida no final do semestre. Curte poesia e adora Leminski (que eu sempre quis conhecer mais e me fascina o pouco que li). Respira cultura e um dos seus lugares favoritos é a Casa de Cultura Mário Quintana. Adora cinema, aliás é cinéfilo, incurável, ainda bem…” É sempre assim, sempre que um relacionamento (ou possível relacionamento) inicia-se, o “crush” atual é superestimado e colocado em um pedestal altíssimo. Mas, ultimamente, bastam aparecer as primeiras diferenças para o boy magia virar boy lixo e todo o encanto ser questionado. Isso quando não descartamos o cara no primeiro erro ou defeitinho.

Quem dera todos esses encantos que nos prendem no início não fossem tão sedutores quanto os defeitos parecem destruidores logo que surgem. Me peguei analisando o quão cegos ficamos por uma imagem de expectativas que criamos e nós mesmos nos encarregamos de destruí-la assim que o pobre candidato nos foge um pouco da idealização sonhada do “amor perfeito”, que nem chegou a se tornar amor e, na maioria das vezes, nem tempo de ser uma paixão teve. É o misto de carência aliada a desejo e expectativas. Mas andamos tão intolerantes às diferenças que estamos nos tornando a maior geração de solteirões que já existiu.

Nossas reclamações e mimimis estão em todos os lugares, explícitos, deixando os vestígios do desagrado de nossa “solteirice”, principalmente nas redes sociais, claro. É “ai, como queria ter um mozão”, “poderia ser a gente mas você não colabora” e mais um festival de indiretas e incontáveis memes de solteiros chorões e resmungões que, na maioria das vezes, quando começa um relacionamento e se depara com a primeira diferença, por mais ridícula que seja, apenas vira as costas depois de um frio “desculpa, não vai dar” ou o famoso “não é você sou eu”. Sem falar dos loucos do zodíaco, me inclua nesse grupo (embora eu esteja tentando sanar isso) por favor, que levam a coisa toda tão a sério que são capazes de dar um fora alegando diferenças zodiacais. É mole? Parece piada, mas, infelizmente é mais comum do que imagina-se.

Sim, estamos cada vez mais procurando desculpas para não nos envolvermos, não mudarmos, não encararmos as diferenças sendo que vivemos pregando a aceitação delas. Queremos que nos aceitem como somos, pregamos que estamos dispostos a evoluir e encarar o novo, mas quando ele surge, quantos de nós nos aventuramos nos “SIMS” da vida? O “Admirável Crush Novo” tem que ser encarado como um desafio de autoconhecimento e de reconhecer no outro uma novidade prazerosa que tu nunca havia tentando desfrutar. Caso contrário todo cruh ficará eternamente etiquetado como crush e nunca teremos um atual namorado, não que tenhamos necessidade de viver ao lado de alguém, mas isso já é assunto para um futuro novo texto.

Ouça a banda I.C.H. e seu EP ​​“Carnaval, futebol e trago”

Ouça a banda I.C.H. e seu EP ​​“Carnaval, futebol e trago”

Sete minutos e seis segundos de “incômodo musical”. Calma, que explico direitinho. Ao primeiro momento eu saí completamente da minha “zona de conforto musical” e isso me soou incômodo. Mas cada letra vem com uma mensagem bem clara, coesa e admirável, o que me fez chegar ao fim do EP sorrindo e clicando no play novamente.

O EP curtíssimo da banda veterana (com 24 anos de muito som  no currículo) canoense I.C.H (sigla para Imbecis Comandam os Homens), composta atualmente por Wagner Sampaio (vocal), Rafael “Biju” (guitarra), Rafael “Batata” (baixo), Renato Souza (bateria), é agradável e um baita protesto, direto e reto.  Não há música ruim nessa pequena coletânea de canções do EP, as quatro faixas foram compostas entre 99 e 2002, época em que a banda atuou como um trio. O que é bem curioso se pensarmos em como o EP é coeso como um protesto e as músicas soam como se tivessem uma conexão muito forte e de forma alguma soam como “sobras” de outras gravações. As críticas ficam bem claras já nos títulos de cada som: “Banda do Momento”, “Esquema do Governo”, Discriminação” e “Carnaval, Futebol e Trago”. Mais direto que isso só ouvindo no player abaixo.

“São músicas que não estavam tão por dentro da temática dos discos que lançamos. Alguns sons foram registrados em versões demo e em fita k7, mas acabaram perdidas com o tempo. Executamos esses sons ao vivo e nunca foram gravados em uma boa qualidade. É praticamente um sinal de respeito ao nosso som, ao nosso tempo e também com as pessoas que passaram e ajudaram na nossa história”, salienta o baixista da banda Rafael Souza, também conhecido por Batata.  Ainda este ano a I.C.H pretende lançar mais um desses registros com “velharias inéditas”. Aguardo ansioso já.

Para acompanhar mais da I.C.H:
facebook.com/os.imbecis.comandam.os.homens/

Conheça o rock psicodélico da Lista de Lily

Conheça o rock psicodélico da Lista de Lily

Precisamos trocar uma ideia sobre Lista de Lily.  A banda brasiliense de rock psicodélico formada em 2014 por Adolfo “Dolfits” Neto (synth/voz), Tynkato (guitarra/voz), Danilo Abreu (bateria) e Lucas Lima (baixo), é uma das bandas mais originais que ouvi ultimamente, e olha que sou “rato de spotify” (que sai catando alimento musical para os ouvidos inquietos).

Para começo de papo, a banda brasiliense tocou recentemente naquele festival norte americano super hype, o South by Southwest, também conhecido como SXSW. Que é um conjunto de eventos (super bem organizados) de música, cinema e tecnologia que rola por dez dias e acontece desde 1987 em Austin, no Texas.  Os caras tem um selo, o Vai Tomar no Cover, e com ele promovem eventos colocando bandas autorais para tocar no meio da cidade com o uso de um gerador, o que faz deles uma super referência em Brasília, claro. Querem banda mais hype e engajada no #ApoieACenaLocal  e #ApoieACenaIndependente que isso?  Não fosse já o bastante, eles ainda estão no line up do Festival Tenho Mais Discos Que Amigos (que eu daria um rim para poder ir) que rola agora dia 8 de Abril.

A banda lançou ano passado o viciante EP “Como Caetano” (abaixo). Em suas faixas tem letras que vão de crítica política até críticas as tentativas de “não demonstração” de sentimentos em relacionamentos contemporâneos e suas músicas carregam um som marcado por um baixo sedutor, guitarras enérgicas e teclados vertiginosos, vale também destacar que voz e bateria também são dignos de elogio. Quando questionado sobre o título do EP, o guitarrista e vocalista, Tynkato,  brevemente entrevistado por e-mail é explícito:  “Então, o nome surgiu de um bloco, o qual fizemos no carnaval chamado ‘Divinas Tetas’, que só toca tropicalismo. A música ‘Como Caetano Disser’ já estava pronta, aí só precisamos usar o ‘Como Caetano’, como se a gente fosse comer mesmo a musica dele ou ser como ele.”

“Temos muita influência do tropicalismo, mas também da neo-psicodelia que ta rolando, principalmente aqui no Brasil. Uma banda que nos influencia bastante é o Boogarins, e outras da mesma cena de goiânia, como o Carne Doce.” acrescenta o frontman da banda, que  tem uma mini turnê marcada em solos gaúchos, onde farão TRÊS shows no fim de semana do dia 12 a 14/05, mas mais pra frente faço post contando direitinho sobre estes futuros shows que rolam pela Tomate Seco Produções.

Para 2017 a Lista de Lily também planeja começar a gravação de um novo CD. Aguardemos ansiosamente, o CD e os três shows deles no Rio Grande do Sul, claro.

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Foto: Heder Novaes